ANTÔNIO MIRANDA:

Onde eu “maravilhei” foi mesmo com o “Hiléia: poemeto-epifânico-ecológico da Amazônia – 1988”. Genial, insuperável. Merecia uma edição exclusiva, ilustrada, acompanhada de um glossário ao final ou no rodapé par ajudar os leigos na intepretação da língua e das lendas indígenas. Raul Bopp redivivo e superado. Aliás, o  Poeta-Bopp  aparece no texto como um Virgílio adentrando a hiléia na narrativa poética. Talvez fosse o caso de produzir-se um e-book hipermidiático com links para um vocabulário-fabulário...


Hiléia
poemeto épico-epifânico-ecológico-amazônico
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